Sex. Abr 10th, 2026

A conquista do Campeonato Sul-Americano Sub-17, em 31 de março de 2024, está literalmente gravada em sua pele. A zagueira Ana Elisa decidiu eternizar o título com uma tatuagem, símbolo de um dos momentos mais marcantes de sua trajetória com a camisa da Seleção Brasileira. Agora, apenas um ano depois, inicia um novo capítulo: a sua primeira convocação para a Seleção Nacional Sub-20.

“Vencer o Sul-Americano é indescritível. Foi um momento que me eternizei – fiz uma tatuagem – porque é algo que sonhamos desde criança”, disse.

Tatuagem da zagueira Ana Elisa feita para eternizar o título sul-americano de 2024Crédito: Fábio Souza/CBF

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Após ser descoberto em um teste pelo Centro Olímpico, o zagueiro desenvolveu uma carreira sólida. Ele está em sua sétima temporada na Ferroviária e já foi convocado para as seleções juvenis do Brasil. Ana Elisa lembra da sensação de viver esse sonho ainda jovem.

“Minha primeira ligação foi em 2023. Eu tinha 15, 16 anos. Sempre foi algo que almejei muito. Usar essa camisa foi a concretização perfeita dos meus sonhos e essa experiência foi incrível”, lembrou.

Depois de quase um ano sem ser convocado, o retorno à seleção ganhou um significado especial na carreira do zagueiro. Segundo ele, a notícia chegou na hora certa.

“É algo que eu quero muito. Fiquei quase um ano sem ser chamado e treinei muito para voltar. Não esperava, mas veio quando precisei. É como uma confirmação de que posso, que mereço”, comemorou.

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Os amistosos contra os Estados Unidos serão oportunidades para que Ana Elisa reconquiste gradativamente o seu lugar.

Ana Elisa no segundo dia de preparação para amistoso do Brasil contra os EUA no Kansas Crédito: Fábio Souza/CBF

“Estou tentando dar o meu melhor, me soltando aos poucos, mas estou dando tudo que tenho. Quero ajudar o time e essa comissão técnica, o que é ótimo”.

O jogador avaliou ainda o desafio de ingressar na Seleção Nacional Sub-20 e o papel do grupo nesse processo de adaptação. “É diferente do que vivi antes. É mais difícil, mais complicado, mas são essas experiências que vão me ajudar muito”.

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“Os jogadores ajudam muito, me apoiam, conversam comigo. A comissão técnica é muito acolhedora e receptiva. É isso que me ajuda a me abrir e a me desenvolver melhor em campo”, acrescentou.

O Brasil disputará o primeiro amistoso contra os americanos no dia 11 de abril, no Estádio CPKC. A segunda partida acontecerá no dia 15, no Riverside Stadium, ambos no Kansas, nos Estados Unidos. Ana Elisa espera um confronto acirrado contra uma das principais potências do futebol feminino.

“Sabemos que será um jogo duro, intenso, complexo. Se conseguirmos colocar em prática tudo o que treinamos em campo, será um jogo muito bom. Também nos ajudará a ver o que precisamos melhorar para nos prepararmos para a Copa do Mundo”, finalizou.

Este artigo foi traduzido para o inglês pela Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em aqui.

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