Foi uma explosão incomum contra o líder global da Igreja Católica, somando-se a uma rivalidade que começou durante a guerra no Irão.
“O Papa Leão é fraco no crime e terrível na política externa”, escreveu o presidente nas redes sociais. “Não quero um papa que pense que está tudo bem para o Irão ter uma arma nuclear”, escreveu ele.
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Pouco tempo depois, falando aos repórteres depois de deixar a Flórida no Air Force One, nos arredores de Washington, Trump disse: “Não gostamos do papa que diz que não há problema em ter armas nucleares”.
“Ele é um cara muito liberal”, disse Trump sobre Leo, antes de acrescentar: “Não sou fã do Papa Leo”.
A postagem de Trump ocorreu depois que Leo condenou no fim de semana a “ilusão de onipotência” que alimenta a guerra EUA-Israel contra o Irã e pediu aos líderes políticos que parassem e negociassem negociações de paz. Leo presidiu um serviço religioso noturno na Basílica de São Pedro, no mesmo dia em que os EUA e o Irão iniciaram conversações cara a cara no Paquistão durante um frágil cessar-fogo.
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O papa nascido nos Estados Unidos não mencionou o nome dos Estados Unidos ou de Trump em sua oração. Mas o tom e a mensagem de Leo pareciam ser dirigidos a Trump e às autoridades dos EUA, que se vangloriavam da superioridade militar dos EUA e justificavam religiosamente a guerra.
Leo parte na segunda-feira para uma viagem de 11 dias pela África.