O presidente Donald Trump pode punir Sir Keir Starmer pela sua inacção em relação ao Irão, apoiando a reivindicação da Argentina sobre as Ilhas Malvinas.
Um e-mail que circula no Pentágono descreve possíveis respostas dos EUA ao apoio insuficiente dos aliados da NATO no conflito do Irão, incluindo a suspensão da Espanha da aliança e a reavaliação da sua posição em relação às Ilhas Malvinas.
O memorando expressa frustração com a relutância de alguns aliados em aderir à guerra ou em dar aos EUA acesso a bases aéreas e direitos de sobrevoo (ABO) para a Operação Fúria, a ofensiva estagnada dos EUA-Israel contra o Irão.
O ABO é “apenas uma base absoluta para a NATO”, segundo um responsável dos EUA que falou à Reuters sob condição de anonimato.
O responsável acrescentou que as opções para punir os aliados da NATO estão a circular entre os altos funcionários do Pentágono.
Uma proposta envolve reavaliar o apoio dos EUA a “impérios” europeus de longa data, como as Ilhas Falkland.
A posição actual dos EUA é que o Reino Unido administra as ilhas, mas a Argentina ainda reivindica o arquipélago.
As Ilhas Malvinas, desembarcadas pela primeira vez por exploradores ingleses cerca de 120 anos antes de a Argentina se tornar uma nação independente, são um território ultramarino britânico independente.
O presidente argentino Javier Milei é um aliado de Trump
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Em 1982, a Grã-Bretanha entrou em guerra com a Argentina pelas ilhas, onde 225 soldados britânicos e 650 soldados argentinos perderam a vida defendendo o território.
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