A Câmara foi encerrada logo após ter se reunido novamente às 15h, após ter sido encerrada após protestos sustentados de membros da oposição.
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Os deputados da oposição levantaram slogans enquanto os procedimentos da Câmara eram retomados. Jagdambika Pal, presidindo o processo, apelou à Câmara para aceitar a resolução contra Birla e manter o decoro.
Pal lembrou à oposição que a moção de censura contra o Presidente estava na agenda da Câmara e que o aviso de moção de emergência emitido para discutir a crise na Ásia Ocidental não poderia ser aceite.
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Ele alegou que a oposição estava a desperdiçar o dinheiro dos contribuintes – cerca de 9 milhões de rupias por dia – ao manter a Câmara refém das suas exigências. Pal disse que o comportamento da oposição era imaturo e irresponsável. Ele também afirmou que a oposição estava a trabalhar com uma “agenda política” para obstruir os procedimentos da Câmara, impedindo a introdução de uma resolução contra Birla na Câmara.
Ele disse que o governo e o presidente estavam prontos para apresentar a moção, mas a oposição estava a criar obstáculos, mesmo quando Birla não presidiu a casa até que a moção de censura contra ele fosse aprovada.