Ashish Goyal, um peticionário associado à ‘Frente Hindu pela Justiça’, em um requerimento ao Serviço Arqueológico da Índia (ASI) na quarta-feira, disse que a taxa de entrada existente de até mesmo uma rúpia não deveria ser cobrada dos fiéis.
Ele também alegou que a taxa foi cobrada em “desobediência” à ordem do Tribunal Superior de 15 de maio que reconheceu o local como um templo.
Goyal exigiu a abertura imediata da sala trancada na parte sudeste do complexo, alegando que fazia parte da estrutura original do templo, e exigiu a remoção de “símbolos islâmicos não autorizados” das instalações tendo em vista o veredicto do Tribunal Superior.
Outro peticionário, Kuldeep Tiwari, levantou uma exigência semelhante numa petição separada ao Ministério da Cultura da União e à ASI.
Tiwari afirmou que havia uma forte crença local de que os ídolos de Hanuman e outras divindades hindus estavam enterrados sob o complexo, e tentou escavações científicas no local para recuperá-los e restaurá-los com rituais religiosos.
No seu veredicto de 15 de maio, o Tribunal Superior declarou a natureza religiosa de Bhojshala como Templo Vagdevi. Revogou a ordem da ASI de 7 de abril de 2003 que permitia aos muçulmanos rezar às sextas-feiras e aos hindus adorar apenas às terças-feiras.
Em 16 de maio, a ASI permitiu aos hindus acesso irrestrito ao memorial para adoração e outros fins.