Os ataques do Irão já provocaram a subida de nuvens de fumo negro de Fujairah, onde se encontra um importante porto, tendo como alvo um centro de armazenamento e comércio de petróleo. O porto também abriga um importante terminal de exportação de petróleo.
As autoridades locais disseram em um comunicado online que o incêndio foi causado pela queda de destroços após uma interceptação bem-sucedida de um drone, sem especificar o local.
O incidente ocorreu horas depois de o presidente Donald Trump ter dito que os militares dos EUA bombardearam alvos na ilha iraniana de Kharg, que recebe quase todas as exportações de petróleo iraniano.
Um ataque de drone às instalações de energia de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, no início deste mês, provocou um incêndio causado pela queda de destroços de um drone interceptado, disseram autoridades.
Desde o início da guerra, o Irão tem visado sistematicamente instalações energéticas importantes no Golfo, do Kuwait a Omã.
Os campos de petróleo e gás ou complexos extensos, como a enorme refinaria Ras Tanura, na Arábia Saudita, a base de processamento de gás Ras Laffan, no Qatar, e o complexo habitacional da refinaria Ruwais, nos Emirados Árabes Unidos, foram afectados pelo ataque.
O Irão também interrompeu efectivamente o tráfego no Estreito de Ormuz, uma rota marítima vital através da qual fluem 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo antes do início da guerra.