Qua. Mar 25th, 2026

WASHINGTON (Reuters) – O Departamento de Defesa dos EUA anunciou na quarta-feira três contratos com empreiteiros de defesa para aumentar a produção de mísseis e outras peças para compensar a diminuição dos suprimentos usados ​​na guerra do Oriente Médio.

A utilização generalizada de mísseis interceptadores pelos Estados Unidos, Israel e os Estados do Golfo para combater os ataques retaliatórios do Irão levanta questões sobre o tamanho dos arsenais.

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A Lockheed Martin e a BAE Systems concordaram em quadruplicar a produção de “cabeças de busca”, um componente-chave do THAAD, um sistema antimíssil de alta altitude que tem sido usado significativamente no Oriente Médio.

O acordo “coloca a base industrial em condições de guerra”, disse o Departamento de Defesa num comunicado de imprensa.


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No final de janeiro, a Lockheed Martin anunciou que iria acelerar a produção de THAAD de cerca de 100 para 400 dentro de alguns anos. O Pentágono anunciou um segundo contrato com a Lockheed Martin para “acelerar” mísseis de ataque de precisão PrSM contra os primeiros mísseis balísticos estratégicos do Irão. Eles sucederam ao anterior Sistema de Mísseis Táticos do Exército, ou ATACMS.

A Lockheed Martin confirmou um pedido para quadruplicar a produção de mísseis PrSM, com base em um contrato de US$ 4,94 bilhões do Exército dos EUA no ano passado.

Num terceiro acordo, a Honeywell Aerospace concordou em aumentar a produção de “componentes críticos para o arsenal dos EUA”, incluindo sistemas de navegação, de acordo com um comunicado de imprensa do DoD.

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