A interação reuniu mais de 50 representantes da indústria tecnológica, instituições acadêmicas e militares, disse um porta-voz da defesa.
O programa visa promover a colaboração entre as forças armadas, a indústria e a academia para apoiar o desenvolvimento de tecnologias de defesa emergentes.
As discussões durante a interação focaram na inovação dos drones, no desenvolvimento de habilidades e nas tecnologias emergentes relevantes para os requisitos operacionais modernos, disse o porta-voz.
Os participantes também discutiram o alinhamento do talento local, das capacidades de investigação e da inovação industrial com as necessidades tecnológicas em evolução das forças armadas, acrescentou.
Os especialistas destacaram a importância crescente dos sistemas não tripulados, das tecnologias anti-drones e das capacidades operacionais em múltiplos domínios na natureza mutável da guerra.
A reunião também explorou formas de fortalecer a parceria indústria-academia e incentivar a inovação que contribuiria para o desenvolvimento de tecnologias de defesa indígenas.