O MEA informou que S. Jayashankar participará a convite do Ministro francês da Europa e dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noel Barot.
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O comunicado de imprensa também afirma que a EAM deverá manter conversações bilaterais com os seus homólogos à margem da reunião dos Ministros dos Negócios Estrangeiros do G7.
A Reunião dos Ministros dos Negócios Estrangeiros do G7 (FMM) deverá discutir os principais desafios globais, incluindo a guerra na Ucrânia, os esforços de reconstrução, a segurança marítima e as reformas na governação global, de acordo com um resumo do Ministério francês para a Europa e os Negócios Estrangeiros.
Delineando a agenda, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da França, Pascal Confavreux, disse que a reunião acontecerá imediatamente após uma reunião informal de ministros como parte da Assembleia Geral da ONU e servirá como um passo preparatório antes da cúpula dos líderes do G7. “Tudo isto culmina na preparação da cimeira de Evian. Ela será realizada entre 13 e 15 de junho”, afirmou o briefing, acrescentando que as discussões ajudariam a moldar os resultados das deliberações dos líderes.
A reunião discutirá tanto crises imediatas como questões estruturais de longo prazo. “Obviamente, na medida do possível, tentaremos o nosso melhor não só para ter esta reunião informal da reunião do G7, mas também para obter alguns resultados tangíveis”, disse o responsável, sublinhando a necessidade de resultados viáveis. A Ucrânia será o principal foco das sessões planeadas sobre reconstrução e segurança regional mais ampla. “A segunda sessão será sobre reconstrução. O objectivo é produzir pelo menos três resultados”, afirmou o briefing, referindo-se às discussões sobre segurança nuclear, desminagem humanitária e financiamento da reconstrução. O papel das instituições financeiras internacionais, como o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (BERD), deve ser destacado, especialmente na mobilização de investimento para a recuperação da Ucrânia.
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As discussões também se estenderão à segurança marítima e às cadeias de abastecimento globais. Também lidaremos com ameaças mais amplas, como o narcotráfico e a segurança marítima relacionadas com minerais críticos”, disse o responsável. Também é esperada uma sessão dedicada ao exercício da liberdade de navegação e rotas marítimas.
No que diz respeito às reformas de governação, o G7 pretende quadros multilaterais mais eficazes. “De modo mais geral, a partir disso, haverá abordagens mais inovadoras para a integração de ameaças horizontais que põem em perigo a soberania de diferentes Estados”, afirma o comunicado, sublinhando os esforços para repensar as estruturas de governação global.
A reunião também incluirá interações com parceiros não pertencentes ao G7, incluindo ministros da Coreia do Sul, Índia, Arábia Saudita, Brasil e Ucrânia. “Teremos todas estas sessões nas manhãs de quinta e sexta-feira”, disseram as autoridades, acrescentando que vários eventos paralelos e almoços de trabalho facilitariam intercâmbios mais profundos.