Ter. Abr 21st, 2026

PESHAWAR: A Assembleia Legislativa de Khyber Pakhtunkhwa apresentou na terça-feira uma resolução recomendando o primeiro-ministro Shehbaz Sharif e o marechal-chefe das Forças de Defesa, Asim Munir, para o Prêmio Nobel da Paz por seu papel na redução das tensões regionais por meio da diplomacia.

A resolução apresentada pelo legislador da Liga Muçulmana do Paquistão-N (PML-N), Farah Khan, foi submetida ao secretariado da legislatura.

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Apreciou o “engajamento diplomático responsável, prudente e proativo” do Paquistão num momento de crescentes tensões geopolíticas a nível mundial e na região. Segundo o texto, a Igreja reconhece a contribuição do Paquistão para a promoção e continuação da paz a nível regional e internacional.

Expressando apreço pela liderança de Sharif e Munir, destacando a sua “liderança visionária, visão estratégica e esforços diplomáticos incansáveis”.


A resolução afirma que o Paquistão melhorou a sua posição global e emergiu como uma nação responsável, conciliadora e em busca da paz, ganhando reconhecimento internacional pelo seu papel diplomático.

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A resolução conclui recomendando formalmente a nomeação de Sharif e Muneer para o Prémio Nobel da Paz pelas suas contribuições.

Entretanto, observadores políticos disseram que é pouco provável que a resolução seja aprovada na Câmara, uma vez que o Paquistão Tehreek-e-Insaf (PTI) tem maioria.

Eles disseram que mesmo que a resolução seja apresentada, é improvável que seja aprovada.

O ex-primeiro-ministro e chefe do PTI preso, Imran Khan, já havia se oposto à nomeação de Muneer como chefe do exército em 2022.

Em 16 de Abril, a Assembleia do Punjab aprovou por unanimidade uma resolução semelhante visando o Prémio Nobel da Paz para Shehbaz e Muneer.

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