A resolução apresentada pelo legislador da Liga Muçulmana do Paquistão-N (PML-N), Farah Khan, foi submetida ao secretariado da legislatura.
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Apreciou o “engajamento diplomático responsável, prudente e proativo” do Paquistão num momento de crescentes tensões geopolíticas a nível mundial e na região. Segundo o texto, a Igreja reconhece a contribuição do Paquistão para a promoção e continuação da paz a nível regional e internacional.
Expressando apreço pela liderança de Sharif e Munir, destacando a sua “liderança visionária, visão estratégica e esforços diplomáticos incansáveis”.
A resolução afirma que o Paquistão melhorou a sua posição global e emergiu como uma nação responsável, conciliadora e em busca da paz, ganhando reconhecimento internacional pelo seu papel diplomático.
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A resolução conclui recomendando formalmente a nomeação de Sharif e Muneer para o Prémio Nobel da Paz pelas suas contribuições.
Entretanto, observadores políticos disseram que é pouco provável que a resolução seja aprovada na Câmara, uma vez que o Paquistão Tehreek-e-Insaf (PTI) tem maioria.
Eles disseram que mesmo que a resolução seja apresentada, é improvável que seja aprovada.
O ex-primeiro-ministro e chefe do PTI preso, Imran Khan, já havia se oposto à nomeação de Muneer como chefe do exército em 2022.
Em 16 de Abril, a Assembleia do Punjab aprovou por unanimidade uma resolução semelhante visando o Prémio Nobel da Paz para Shehbaz e Muneer.