Segundo relatos, os turistas foram vistos dançando animadamente em círculo perto do avião da Vietjet Air, enquanto outros passageiros observavam nas proximidades.
A visão invulgar rapidamente chamou a atenção online, com utilizadores das redes sociais a debater se tais manifestações eram apropriadas em zonas aeroportuárias altamente restritas, onde o movimento de passageiros é geralmente restrito por razões de segurança.
Vários usuários defenderam o grupo, dizendo que apresentações de garba em espaços públicos são comuns durante festivais indianos como Ganesha Chaturthi e Janmashtami, e são frequentemente vistas em estações ferroviárias, shoppings e casamentos em toda a Índia.
No entanto, outros questionaram a escolha do local, argumentando que os aeroportos – especialmente as áreas operacionais próximas às aeronaves – exigem disciplina mais rigorosa e adesão aos protocolos de segurança. Vários comentadores afirmaram que celebrar a cultura é bem-vindo, que os viajantes devem respeitar as leis locais e manter o decoro na organização de viagens internacionais.
“Por que eles deveriam fazer Garba em todos os lugares? A imagem global dos indianos está sendo arruinada por causa dessas coisas”, escreveu um usuário no X.
Outro comentou: “Um bando de indianos está agindo assim no exterior e o país inteiro deveria sofrer racismo”.
Um usuário de mídia social escreveu que garba, que se originou como uma canção devocional dedicada a Ambe Ma, não deveria ser tocada “em qualquer lugar, a qualquer hora”, independentemente do ambiente e do conforto dos outros. O usuário acrescentou que atividades como dançar na pista do aeroporto ou tocar música alta em espaços públicos no exterior podem afetar negativamente a imagem global dos Gujaratis e dos indianos.
Outro usuário Gujarati criticou o ato, chamando-o de “absolutamente desnecessário” e dizendo que garba não é algo que deva ser feito aleatoriamente em todos os ambientes.
No entanto, nem todos viram o incidente de forma negativa. Um usuário defendeu o grupo e disse: “Por que o mundo não consegue ver índios felizes?”