Ter. Jun 9th, 2026

Os Estados Unidos divulgaram na segunda-feira uma lista atualizada de empresas chinesas que se acredita estarem ajudando as forças armadas do país, incluindo a gigante do comércio eletrônico Alibaba, o provedor de mecanismos de busca Baidu e a fabricante de veículos elétricos BYD. O Departamento de Defesa dos EUA revelou as designações pouco depois de o presidente Donald Trump se ter reunido com o líder chinês Xi Jinping em Pequim, numa altura em que ambos os lados procuravam manter a estabilidade nas relações bilaterais.

Trump convidou Xi para uma visita recíproca a Washington em setembro. Mas a última divulgação poderá aumentar as tensões entre as duas maiores economias do mundo.

A atualização de segunda-feira do Pentágono veio meses depois de ter divulgado brevemente – e posteriormente retirado – uma versão anterior da lista sem explicação.

A nova lista é quase idêntica à versão publicada em fevereiro, exceto por dois fabricantes de chips de memória que foram reintegrados à lista negra após terem sido removidos dela na época.

As empresas reunidas são ChangXin Memory Technologies e Yangtze Memory Technologies.


As empresas-alvo também incluem alguns dos principais gigantes tecnológicos da China envolvidos em inteligência artificial, como Alibaba, Baidu e Tencent. A Tencent já havia decidido.

Embora as determinações não tenham ramificações legais imediatas para muitas empresas, são vistas como um avanço em relação a novas ações punitivas.

A empresa farmacêutica WuXi AppTec e a start-up Unity, que fabrica robôs humanóides, também aderiram.

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