SANTOS, Brasil (AP) – À medida que a Copa do Mundo da FIFA se aproxima, a imagem de um dos jogadores de futebol mais famosos do Brasil continua viva em Santos, antiga casa de Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé.
Turistas como Mario Álvarez Gamiño, um vendedor mexicano aposentado de 67 anos, vão a Santos para ver qualquer coisa que ligue a cidade portuária brasileira ao homem. O legado da lenda do futebol está em toda parte – nos murais coloridos do artista de rua Eduardo Kobra, entre as recordações do seu querido clube e até mesmo em cartazes colados em postes de iluminação locais.
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“Seu legado é importante. Sua vida sempre foi um exemplo a seguir”, disse Álvarez. “Neste momento temos Cristiano Ronaldo… mas falta-lhe algo que Pelé tem, que é a humildade… Ele é realmente um génio.”
Pelé, falecido em 2022, aos 82 anos, jogou pelo Santos Futebol Clube durante a maior parte de sua carreira, de 1956 a 1974. Também jogou pela seleção brasileira na Copa do Mundo – incluindo três vitórias em 1958, 1962 e 1970.
Santos também abriga o Museu Pelé, onde os torcedores podem conhecer mais sobre a vida de Pelé e ver diversas recordações, incluindo camisetas e troféus.
“Quando você diz para um estrangeiro que é santista, a primeira coisa que ele fala é ‘Pelé’. Então nós do museu temos uma grande responsabilidade: carregar o nome de Pelé e da cidade de Santos”, disse o diretor do museu, Paulo Monteiro. “Depois da sua morte, temos agora uma missão ainda maior e mais difícil: manter o seu legado ativo e vivo.”
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Muitos dos mais de 400 mil moradores de Santos nunca tiveram a oportunidade de ver Pelé em ação, mas querem que o legado continue vivo.
Entre eles está o dono do bar, Anderson Albino.
“Como empresários locais, vemos o quanto a mídia internacional vem aqui e como atrai um grande número de visitantes”, disse Albino. “Para nós da cidade foi um privilégio o Pelé ter jogado pelo Santos.”
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Savarese relatou de São Paulo.
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