Sex. Mai 22nd, 2026

BENGALURU: A Comissão de Política e Planeamento do Estado de Karnataka (KSPPC) propôs transformar a Corporação Financeira do Estado de Karnataka numa instituição financeira de desenvolvimento moderna e orientada para a tecnologia, com foco nas MPME, start-ups e indústrias rurais.

Numa carta ao Ministro-Chefe Siddaramaiah, S Mohandas Hegde, membro do KSPPC, propôs uma nova lei de alteração para o KSFC para permitir reformas de governação, mecanismos de empréstimo digital e novos mecanismos de financiamento.

A proposta visa modernizar o KSFC, mantendo a participação majoritária do governo e fortalecendo a responsabilidade pública por meio de gestão profissional e operações lideradas pela tecnologia, afirma a carta.

O roteiro recomenda a introdução de avaliação de crédito baseada em IA, subscrição de empréstimos vinculados ao GST, e-KYC habilitado para Aadhaar, documentação suportada por blockchain e monitoramento em tempo real de ativos inadimplentes (NPAs). Também oferece aprovações de empréstimos em 72 horas para pequenas empresas.

A proposta inclui planos de corporatização sob uma estrutura estatal, criação de subsidiárias e cotação parcial de subsidiárias sem diluir o controle estatal.


Propõe também a angariação de fundos através de obrigações de desenvolvimento de retalho, obrigações verdes e obrigações de impacto social para reforçar a capacidade de crédito para as MPME e os setores emergentes.

O roteiro também se concentra no financiamento social e inclusivo através de fundos dedicados para empreendedores SC/ST, empresas lideradas por mulheres e jovens startups. Propõe alocar pelo menos 30% do portfólio do KSFC para indústrias verdes e resilientes ao clima até 2035. Prevista para ser implementada em fases entre 2026 e 2035, a proposta visa expandir o financiamento das MPME, melhorar o crescimento industrial rural e reduzir os desequilíbrios económicos regionais em Karnataka.

As reformas permitirão o financiamento cumulativo das MPME de 1 lakh crore até 2035 e criarão cerca de 10 lakh empregos até 2035.

A carta diz que as reformas visam a inovação institucional e não a privatização, combinando a propriedade pública com a sustentabilidade financeira e a governação digital.

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