Presididos pelo Secretário do Departamento de Promoção da Indústria e Comércio Interno (DPIIT), esses grupos atuam nos setores farmacêutico, biotecnológico e de dispositivos médicos; produtos químicos e petroquímicos, têxteis e calçados; Bens de capital, automóveis, veículos elétricos, bens de capital avançados; energia; equipamentos e infraestrutura de construção; Defesa e Aeroespacial (apenas para itens com aplicabilidade civil) e Eletrônica.
“Os grupos de trabalho irão deliberar sobre a lista de itens a serem incluídos para a indigenização”, disse um funcionário, acrescentando que a lista final de cada grupo será submetida ao Secretariado do Gabinete dentro de três semanas.
A ET informou na segunda-feira que o governo está examinando cerca de 500 produtos, incluindo máquinas, fertilizantes, produtos químicos, fibra de algodão, plásticos e fibra de carbono. O Ministério do Comércio e Indústria recolhe dados de vários ministérios relacionados com a dependência das importações, o tempo necessário para alcançar uma capacidade de produção interna comercialmente viável, o investimento de capital e a relevância estratégica nacional do produto para reduzir a factura de importações do país no meio da crise em curso na Ásia Ocidental.
Três critérios devem ser considerados para inclusão na lista final de produtos – necessidade, viabilidade e produtos de consumo simbolicamente importantes, segundo o responsável acima citado.
Os requisitos incluem o elevado valor das importações, a dependência dos países fronteiriços terrestres (LBC), essenciais para a cadeia de abastecimento e provenientes dos LBC, e a importância estratégica para a defesa, a economia ou a saúde.
Numa base de viabilidade, a competitividade de custos a longo prazo, a procura interna suficiente e/ou um mercado de exportação garantido/confiável seriam protegidos sem sabão.