Ter. Jun 2nd, 2026

O governo lançou a ideia de implantar microchips sob a pele dos prisioneiros para rastrear sua localização.

O “rastreamento subcutâneo” foi oferecido por empresas de tecnologia ao ministro das prisões, Lord James Timpson, para monitorar os movimentos e a saúde dos prisioneiros em tempo real.


A proposta fazia parte de um debate mais amplo entre o ministro das Prisões e os gigantes da tecnologia sobre um “sistema de justiça baseado na tecnologia”, que era o futuro do encarceramento.

Outras ideias futurísticas que surgiram na discussão incluíram veículos sem condutor para transportar prisioneiros, avaliações de risco de indivíduos alimentadas por IA e agentes penitenciários robôs que podem deter criminosos, relata o Inside Time.

À mesa estavam os operadores de prisões privadas do Reino Unido Amazon, Microsoft, Google, Palantir, IBM e Serco, todos presentes no evento organizado pelo grupo de lobby da indústria Tech UK.

Lord Timpson, filho de Sir John Timpson, fundador do retalhista de serviços Timpson, disse às empresas de tecnologia: “A reforma que ocorre uma vez numa geração é a única forma de podermos realmente enfrentar a escala da crise, reduzir a criminalidade e acelerar a justiça”.

Ele acrescentou que deseja que a tecnologia “desempenhe um papel integral” na solução dos problemas atuais e, em última análise, “torne nossas ruas mais seguras”.

Um colega trabalhista concluiu que era “apenas o começo de uma nova conversa” entre seu departamento e os titãs da tecnologia.

Lord Timpson serviu como Ministro de Estado das Prisões, Liberdade Condicional e Reincidência desde 2024

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GETTY

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