Os EUA planeiam cortar contribuições militares significativas para a Europa caso os membros da NATO atuem.
A medida tornaria os caças, navios de guerra e bombardeiros estratégicos menos disponíveis quando necessário.
De acordo com a publicação alemã Der Spiegel, o secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, informou os altos funcionários na sede da OTAN na semana passada.
O quadro exige que Washington reduza o seu compromisso com o modelo de forças da OTAN, que dita a forma como as forças nacionais são disponibilizadas aos membros da aliança em tempos de crise ou conflito.
No que parecia ser uma reunião a portas fechadas, o deputado norte-americano Alexander Velez-Green disse que os EUA reduziriam os compromissos com aviões de combate em um terço, enquanto a Marinha dos EUA disponibilizaria menos destróieres.
Ele também acrescentou que os EUA não fornecerão mais submarinos à Europa.
As mudanças significam que a Europa teria de adquirir os seus próprios drones espiões.
Segundo os novos planos, os aviões de reabastecimento, vitais para voos de longo curso, também estão em risco.
Os EUA planejam cortar o apoio militar da OTAN durante a crise
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