Com sede em McLean, Virgínia, a Capital One Financial Corporation (COF) é uma holding bancária mais conhecida por sua franquia nacional de cartões de crédito. Além dos cartões, a empresa oferece um amplo pacote de serviços bancários, empréstimos, pagamentos e financeiros, onde a atividade inclui financiamento ao consumo, crédito imobiliário comercial, banco corporativo e gestão de caixa.
Com uma capitalização de mercado de aproximadamente 114,4 mil milhões de dólares, a Capital One pertence à categoria das grandes empresas, um grupo de elite reservado a empresas com valor superior a 10 mil milhões de dólares. Apesar do seu tamanho e modelo de negócios diversificado, a ação tem lutado para ganhar força.
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As ações da COF estão sendo negociadas agora 31,6% abaixo de sua máxima de 52 semanas de US$ 259,64, alcançada em janeiro. Só nos últimos três meses, as ações caíram 8,3%. Durante esse período, o Dow Jones Industrial Average (DOWI USD) subiu 4,5%, ampliando a diferença de desempenho e destacando o recente desempenho inferior da Capital One em relação ao mercado mais amplo.
O contraste torna-se ainda mais pronunciado quando visto através de lentes mais longas. Nas últimas 52 semanas, as ações do COF caíram 9,2%, enquanto o Dow avançou 19,2%. A divergência continua em 2026, já que as ações da Capital One caíram 26,7% no acumulado do ano (acumulado no ano), enquanto o índice de referência subiu 5,5%.
O quadro técnico reflecte a fraqueza. As ações da COF têm sido negociadas abaixo de sua média móvel de 50 dias de US$ 189,37 desde maio, sinalizando que o impulso de curto prazo permanece sob pressão. A ação também permaneceu abaixo da média móvel de 200 dias de US$ 211,44 desde meados de fevereiro, indicando que a tendência de longo prazo ainda não foi revertida.
As preocupações dos investidores tornaram-se mais evidentes na terça-feira, 21 de abril, quando a Capital One divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2026, fazendo com que as ações caíssem 1,6% naquele dia. A receita aumentou 52,3% ano após ano, para US$ 15,2 bilhões, um forte aumento no papel, mas o número ainda ficou aquém das previsões de Wall Street de US$ 15,4 bilhões.
O lucro ajustado por ação cresceu 8,9% em relação ao valor anterior, para US$ 4,42, o que também não atendeu às previsões dos analistas de US$ 4,57. Apesar da falha, os resultados revelaram alguns fatores de crescimento subjacentes. A administração creditou a adição do negócio Discover, maiores volumes de aquisição e expansão dos saldos de empréstimos para ajudar a melhorar o desempenho.